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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Casa livre

Entro no teu carro e beijas-me por completo.
Brincas comigo e usas-me como um objecto.
Mal consegues arrancar com o carro depois daquela recepção...
Digo algo que não estás à espera:
- Hoje tenho a casa livre...
Mordes o lábio... e sais do carro.
Vens atrás de mim e, mal a porta da minha casa se abre, já há roupa a cair pelo chão.
Sinto-te cheio de tesão... Com o fogo todo a correr pelas tuas mãos, arrepiando cada centímetro da minha pele.
Encostas-me contra a parede e sussurras-me um:
- Quero-te foder com força. - ...que me arrepia toda.
Agarras-me o cabelo e eu sorrio, beijando-te loucamente.
Mordes-me o lábio e depois o pescoço, ao mesmo tempo que eu perco o controlo.
Agarro-te e beijo-te com ainda mais desejo...
Procuras-me onde é o meu quarto, mas para mim isso já é muito longe... e já é tarde demais.
- Quero-te agora e de qualquer forma. - digo-te, e os teus olhos viram fogo.
Vejo-te a transformar num animal enquanto empurras a minha cabeça para baixo, fazendo-me engasgar com o teu pau todo teso e eu gemo e quero mais e vens-te na minha boca.
Eu engulo com prazer e tu sorris.
Pensas que vais ter uns minutos de descanso, mas eu tiro as cuecas e sento-me no chão.
Masturbo-me e tu ficas louco e queres tocar-me mas eu não deixo.
Tu ficas ali a olhar para mim, cheio de desejo, mas não te aguentas e tiras a minha mão violentamente. Masturbas-me tu.
Olhas para mim, enquanto ouves os meus gemidos, com os teus olhos de animal sedento.
Eu empurro-te para o chão e beijo-te loucamente. Depois viro-me ao contrário e chupamo-nos ao mesmo tempo...
Quase me fazes vir, mas páras no ultimo instante.
- Então? - pergunto eu.
- Calma... Tudo a seu tempo. - respondes, deixando-me a tremer com as tuas promessas.
Dás-me uma palmada e levantas-te.
Começas a vestir-te.
Levanto-me também, mas deixo-me estar assim, nua, a olhar para ti, a despir cada peça de roupa que vestes com os olhos, louca para te ter dentro de mim, tendo pensamentos ninfomaníacos, cheios de prazer e de alguma dor satisfatória e puxo-te para o meu quarto...
- Isto é só o início. - sussurro-te.

Vens Sempre Cá Parar

Dizes que só gostas delas maduras,
Mas é sempre a mim que procuras.
Dizes que é só uma noite e já está.
Afastas-te um bocado mas vens sempre cá parar.

E eu entro no teu carro
E beijas-me por completo.
Comigo brincas
E usas-me como um objecto.

E a roupa já cai pelo chão
E sinto-te já cheio de tesão...
Com o fogo todo a correr pela tua mão,
Arrepiando-me os pontos de maior tensão.

Sei bem o que queres, mas às vezes recuso-me
Só pr'a te ver assim meio para o confuso...
É uma técnica que raramente uso.
Normalmente só te uso e abuso.

Ui, e no meio de tanta excitação,
Perco-me nos sons da nossa paixão
Que ambos sabemos ser uma simples atracção.
Pelo menos é o que digo ao meu coração.

Sim. Não...

E depois apanhas-me a sorrir
E sem vontade nenhuma de me vestir.
Digo-te que ainda não me quero despedir
E agarro-te outra vez a pedir o bis.

E tu mais que cansado,
Já todo suado,
Lá arranjas força para ficares excitado.

E eu aproveito
E provo-te sem dó
E tu já só dizes:
"Assim deixas-me K.O."

Dizes que só gostas delas maduras,
Mas é sempre a mim que procuras.
Dizes que é só uma noite e já está.
Afasta-te um bocado mas vens sempre cá parar.
Sou impulsiva, sim.
Não é preciso conhecer-me muito para saber isso.
E quando eu quero alguma coisa, tenho de tê-la. Quando quero alguma coisa... Eu luto por isso, eu persigo, eu arranho, eu estico-me toda até conseguir agarrar o que quero. Porque sou impulsiva, teimosa, cheia de garra, fogosa...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Hoje perguntaram-me o que é que eu diria, numa só palavra, àquela pessoa que eu amo; que não é da minha família, mas com a qual gostava de formar uma...

Aqui está a minha resposta:
"Tu!".
Não precisava de dizer mais nada. Simplesmente "tu", seguido daquele abraço que nunca se tornou beijo...

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Deves Pensar

Nem sequer te conheço
E já me 'tou a cansar
Destas tuas manias
De que estares a ameaçar!

Deves pensar que és gente
Deves pensar que tens direito
Tu nem sequer me conheces
Ao menos trata-me com respeito.

Hey, miúda, controla-te
Eu não quero o teu namorado
Ele é só meu amigo
E nem sequer é dos mais chegados.

Agora mandas-me bitáites
Deves mas'é 'tar a querer festa
Não fui eu, mas mal tu sabes
Que já tens enfeites na testa.

E quanto mais mostrares
Ser assim bué ciumenta
Mais o peso vai crescer
Por isso aguenta.

Deves pensar que és gente
Deves pensar que tens direito
Tu nem sequer me conheces
Ao menos trata-me com respeito.

Não o quero p'ra nada
Fica com ele só pr'a ti
Embora duvide que consigas
Porque ele gosta de dividir.

Já o meu "damo", eu sei
Que é um homem atinado,
Porque há respeito, amor
E sobretudo amizade.

Não é como tu, que nem consegues confiar
Nesse teu "damo" que dizes amar.
Não me venhas ameaçar
Nem meter-te na minha vida
Porque se me apareces à frente
Juro-te que 'tás fodida.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Sabes Muito

Sabes muito, mas tu a mim não me enganas
Dizes que são todos iguais, que são todos uns sacanas
Mas depois vens para os meus braços e já não sais
E provocas-me tanto com danças sensuais.

Ainda te fazes de difícil
Mas eu puxo-te para mim.
O teu beijo é como um míssil
De prazer sem fim.

Os teus lábios molhados,
Soltando gemidos abafados,
E ficamos excitados
Com toques abusados.

E tu já olhas p'ra mim com um olhar matador
Enquanto tiras o casaco, cheia de calor.
Eu sei bem o que queres, não sou um amador,
Vais ser a minha presa e eu o teu predador.

Dizes que me resistes
Mas não é isso que vejo.
Fazes-te de inocente
Mas ardes de desejo.
Tu és um fogo bem quente
Mas eu não me alejo.
Vem cá dar-me prazer!
Vou ser o teu bombeiro.

Dizes que não me queres
Logo depois de um beijo.
Finjes que não gostaste
Do nosso devaneio,
Mas depois mandas mensagem
À procura de um meio
De me dares prazer
Durante um dia inteiro.

Então, mas tu não dizias que não me querias?
Agora estás sempre a ver se me assedias
Ando toda a hora a receber fotografias
Que me deixam ansioso e a contar os dias.

Mas depois isso passa-te e não dizes um pio,
Fico sem saber de ti durante dias a fio,
Fico a pensar que esse teu fogo se extinguiu
Até ao dia em que me apareces aqui cheia de frio
Dizes que queres calor e a chance surgiu
E eu fui tipo cão atrás de um assobio.

(Au!)

Sabes muito, mas tu a mim não me enganas
Dizes que são todos iguais, que são todos uns sacanas
Mas depois vens para os meus braços e já não sais
E provocas-me tanto com danças sensuais.

Dizes que me resistes
Mas não é isso que vejo.
Fazes-te de inocente
Mas ardes de desejo.
Tu és um fogo bem quente
Mas eu não me alejo.
Vem cá dar-me prazer!
Vou ser o teu bombeiro.

Dizes que não me queres
Logo depois de um beijo.
Finjes que não gostaste
Do nosso devaneio,
Mas depois mandas mensagem
À procura de um meio
De me dares prazer
Durante um dia inteiro.

sábado, 24 de janeiro de 2015

O meu corpo é o diário mais pessoal que tenho
porque é ele que guarda as melhores memórias
e é nele que gravo as melhores histórias.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Desde o começo

A minha vida passa, sempre a andar,
Tento aproveitar tudo o que tem p'ra me dar
E o que não vem, baby, eu vou procurar,
Mas tu deixas-me crazy e mando tudo p'ró ar.

Trabalho duro durante nove a dez horas
E mal saio vou ter com os meus brothers
E deito sempre os olhinhos a umas loiras.
Tu sabes bem que nunca fui dessas coisas,
Mas esqueço-me disso e nem quero saber.
Vivo o momento, se o puder viver.
Agarro todas as chances com o maior prazer
E já só caio em mim quando te volto a ver.

Ai, e quando te vejo e oiço a tua voz,
Tento não pensar no que seria de nós
Se eu ganhasse coragem p'ra desfazer uns nós,
Talvez veja os nossos caminhos cruzarem-se ao longe.

Sou solteiro, mas mau rapaz,
Porque tenho um vazio que não me deixa em paz.
Tento preenchê-lo com miúdas, mas são todas iguais.
Eu sei bem que só tu me preenches porque és demais...

Tento não reparar nesse olhar sorridente,
Mas quando me abraças, baby, viras-me do avesso.
Naqueles poucos segundos, fico tão contente.
Sempre foi assim, desde o começo.
(Desde o começo.)

E fico longe de ti durante um mês,
E tento não encher a cabeça com porquês.
Volto a fazer tudo como da primeira vez.
Vivo em modo repeat, tamanha estupidez!
Porque esqueço tudo o resto, quando estás aqui,
Esqueço com quem estive, mas lembro-me do que fiz!
Sei que fiz mal, mas fi-lo porque quis,
Só para tentar esquecer de quem me faz feliz.

Quero esquecer-te, meu bem, mas não consigo.
Estás presa na minha mente, queria estar preso contigo!
Mas sei que entre nós nada vai mudar...
És minha amiga, e minha amiga vais ficar.

É pena, baby, porque tu és especial,
O meu carinho por ti não tem igual,
Sabes bem o que sinto, porque eu finjo muito mal
Podes contar comigo para o bem e para o mal.

E sabes que tento não reparar nesse olhar sorridente,
Mas quando me abraças, baby, viras-me do avesso.
Naqueles poucos segundos, fico tão contente.
Sempre foi assim, desde o começo.
(Desde o começo.)

Minha amiga, nunca pensei sentir-me assim,
Desejo uma parte de ti, já tens uma parte de mim.
Bem tento virar a página com outras miúdas,
Mas já tentei e isso nunca resulta.
(Nunca resulta!)

E a minha vida passa, sempre a andar,
Tento aproveitar tudo o que tem p'ra me dar
E o que não vem, baby, eu vou procurar,
Mas tu deixas-me crazy e mando tudo p'ró ar.
(Tudo pr'ó ar!)

E quando te vejo e oiço a tua voz,
Tento não pensar no que seria de nós
Se eu ganhasse coragem p'ra desfazer uns nós,
Talvez veja os nossos caminhos cruzarem-se ao longe.

Tento não reparar nesse olhar sorridente,
Mas quando me abraças, baby, viras-me do avesso.
Naqueles poucos segundos, fico tão contente.
Sempre foi assim, desde o começo.
(Desde o começo.
Desde que te conheço.
Desde o começo.)

domingo, 18 de janeiro de 2015

O que é um Corpo?

O que é um corpo? Um corpo pode ser mais ou menos bonito, dependendo das opiniões e gostos das pessoas... Todo o corpo tem algo que chama mais a atenção, tanto pelo bom, como pelo mau. Mas o que é que isso importa mesmo? Um corpo é como a capa de um livro. Há de diferentes tamanhos, feitios e cores... Mas o que é de uma capa de livro sem a história que está lá dentro? O que interessa se a capa já está gasta, corroída pelo tempo, rasgada nos cantos, dobrada, manchada ou com partes da capa em falta? O que interessa é que é um bom livro, porque a história é que dá ALMA ao livro. É o que nos faz gostar ou não, amar ou odiar...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Espero que não sejas a pessoa certa da hora errada...

Porquê?

De repente, conheço-te e a minha vida fica estranhamente mais fácil.
Senti isso desde que te pus os olhos em cima.
E resolvi ir confiando em ti... porque, lá no fundo, sei que és diferente.
Não sei se foi pressa de te conhecer, ou se fui eu que fiz algo de errado... Mas tu afastaste-me de ti com a mesma rapidez com que me deixaste entrar na tua vida.
E agora não tenho sequer como te perguntar o porquê disto tudo.
Pensei que sentias o mesmo que eu. Juro que senti isso em cada olhar e em cada toque teu. Então,... porquê?

Relâmpago

Tenho pensado muito nisto... Demasiado até!
Como posso ter-me apaixonado tão depressa?
Fácil.
Tu és como um relâmpago: atingiste-me por completo de uma só vez, fazendo-me sentir tudo, e depois, de repente, nada.
Ao início, fiquei confusa... Como pudeste desaparecer tão de repente? Como é que te deixei escapar?
Só espero que me atinjas duas vezes...

sábado, 10 de janeiro de 2015

Alma Gémea

Nunca antes tinha concordado tanto com isto, como agora, depois de colocar os olhos em cima de ti...
Foste daquelas coisas inesperadas, que se meteram na minha vida assim, de repente, quase como obra do acaso. Mas o destino não funciona com acasos...
Encontrei-te e senti-me logo interessada por ti, pelo teu olhar, mas não te disse nada na altura porque pensei que eras só mais uma pessoa no meio de uma multidão de tantas outras... Mas tu também estavas interessado em mim. Aliás, até já me tinhas visto antes, só que eu não tinha reparado... Quais são as probabilidades?
Meteste conversa comigo no dia a seguir e foi tudo perfeito. Nós compreendia-mo-nos tão bem, encontrámos logo pontos em comum e era tão óbvio que queria-mo-nos conhecer melhor que saímos para um encontro logo no dia a seguir.
E, à medida que te fui conhecendo... percebo que tu és o tipo de homem pelo qual me posso apaixonar. O tipo de homem que sempre imaginei ser o meu homem ideal. E deixei. Deixei que me conhecesses e quis conhecer-te a ti também.
E tu respeitas-me, tu és querido, sensível, maduro, determinado.
E estás tão interessado em mim quanto eu em ti.
Eu sentia isso. Eu sinto isso.
E quando senti as minhas mãos geladas, tu tocaste na minha mão e pareceu magia a forma como as nossas mãos se entrelaçaram instantaneamente, como se se conhecessem há anos, como se não fosse a primeira vez que o fazíamos.
Não costumava acreditar muito em almas gémeas. Ainda não sei muito bem se acredito... Mas sei que sinto por ti uma atracção tão forte, uma vontade tão grande de te conhecer... porque, no fundo, dentro de mim, algo me diz que tenho de te conhecer, porque vou apaixonar-me por ti.
Eu sei, é estúpido. Como posso ter tanta certeza, se só te conheço há uns dias?
Mas tenho.
E estava tudo tão bem até hoje.
Não sei o que se passou contigo. Ligaste-me de madrugada. Estava a dormir e não atendi.
Quando acordei e vi a chamada perdida, liguei-te de volta... Mas o teu número estava ocupado.
Fui às redes sociais e reparei que me bloqueaste.
Não sei, de todo, o que se passa.
Recuaste? Sentiste medo de tanta proximidade? Sentiste-te pressionado? O que se passa?
Agora, nem isso consigo perguntar-te.
Estou preocupada. O que raio aconteceu?
...
Não sei. Talvez nunca saberei, ou talvez, um dia, me ligues e voltes a falar comigo.
Até lá, fico aqui. À espera. À tua espera, à espera de respostas, à espera de te dar um beijo que nao dei no final do nosso primeiro encontro. Na altura achei que era muito cedo. Agora, acho que foi muito tarde...
...
Mas, de uma coisa tenho a certeza: se as almas gémeas existem, e se esta coisa do destino é mesmo verdadeira, um dia voltarás para mim.
Espero que sim.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Quero escrever porque a minha cabeça não pára. Mas, até para escrever, tens de ter a mente vazia. Vazia de emoções, de sentimentos fortes... Não pode estar totalmente vazia, mas tem de haver um espaço, por mais pequeno que seja, onde a tua mente possa "respirar". Ultimamente tem sido difícil, porque eu só consigo pensar naqueles olhos. Todo. O Santo. Dia...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Falar com os olhos

Olhares calmos e tranquilos,
Embora nervosos e expectantes,
Causadores de ansiedade
Por entre cores cintilantes.

Já nem posso aguentar,
Já nem mais um instante,
Para ver esse azul meio verde
Num olhar tão vibrante.