Peço desculpa às pessoas que estão mais perto de mim
Pelo arco-íris que deito pela boca, em quantidades sem fim.
Sei que costumo ser perversa,
E não o vou deixar de ser,
Mas, por favor, escutem só
O que vos tenho para dizer:
Decidi meter conversa
Às tantas da madrugada,
Depois de uma night out com a Jess
Que acabou por não dar em nada.
Com sono, embriagada,
E já com pouca dicção,
Comecei a sentir curiosidade
E isso fez confusão.
Em coisa de poucas horas
E já estava fascinada.
Ele sentiu o mesmo
E fomos sair, assim do nada.
No segundo em que o vi,
Nem pude acreditar.
Senti logo vontade
De o beijar, de o abraçar.
E não daquela forma
Apaixonada e forniqueira,
Mas sim como se fosse
Uma actividade rotineira.
Ele é do graffiti, damn!
E eu sou do breakdance.
Quanto mais olhava para ele,
Mais só via romance,
Mais horas passaram
E mais eu queria estar com ele,
Escrever no braço dele,
Levar-vos a conhecê-lo.
Ironia do destino,
Encontrámos a Jess nesse dia.
Ele sempre simpático
E ela só acenava e ria.
Mais tarde, nesse dia ele deu-me as mãos,
Fosse outro qualquer e eu tinha-lhe dado um não.
Mas, não sei qual a razão,
Porque eu devia ter flippado
Mas deu-me a sensação
«Este é o meu próximo namorado.»
A Jess acha isso fofo.
Se é ou não, nem quero saber!
Ele não conhece metade de mim
E eu não guardo metades por dizer.
Posso até estar a sentir,
Mas demoro anos a mostrar.
Só o facto de ter deixado
Já devia dar que pensar.
«Não é altura para pensar
Mas sim para sentir.»
Diz-me a Jess, contente
Por me ver a redescobrir
Uma parte de mim,
Que pensava já estar extinta.
E que agora se enche de promessas feitas
Por uma nova visita.
Pelo arco-íris que deito pela boca, em quantidades sem fim.
Sei que costumo ser perversa,
E não o vou deixar de ser,
Mas, por favor, escutem só
O que vos tenho para dizer:
Decidi meter conversa
Às tantas da madrugada,
Depois de uma night out com a Jess
Que acabou por não dar em nada.
Com sono, embriagada,
E já com pouca dicção,
Comecei a sentir curiosidade
E isso fez confusão.
Em coisa de poucas horas
E já estava fascinada.
Ele sentiu o mesmo
E fomos sair, assim do nada.
No segundo em que o vi,
Nem pude acreditar.
Senti logo vontade
De o beijar, de o abraçar.
E não daquela forma
Apaixonada e forniqueira,
Mas sim como se fosse
Uma actividade rotineira.
Ele é do graffiti, damn!
E eu sou do breakdance.
Quanto mais olhava para ele,
Mais só via romance,
Mais horas passaram
E mais eu queria estar com ele,
Escrever no braço dele,
Levar-vos a conhecê-lo.
Ironia do destino,
Encontrámos a Jess nesse dia.
Ele sempre simpático
E ela só acenava e ria.
Mais tarde, nesse dia ele deu-me as mãos,
Fosse outro qualquer e eu tinha-lhe dado um não.
Mas, não sei qual a razão,
Porque eu devia ter flippado
Mas deu-me a sensação
«Este é o meu próximo namorado.»
A Jess acha isso fofo.
Se é ou não, nem quero saber!
Ele não conhece metade de mim
E eu não guardo metades por dizer.
Posso até estar a sentir,
Mas demoro anos a mostrar.
Só o facto de ter deixado
Já devia dar que pensar.
«Não é altura para pensar
Mas sim para sentir.»
Diz-me a Jess, contente
Por me ver a redescobrir
Uma parte de mim,
Que pensava já estar extinta.
E que agora se enche de promessas feitas
Por uma nova visita.
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